Cenários adversariais · tecnologia, pessoas e processos

Segurança ofensiva conectada ao risco real do negócio.

A VirtuaWorks simula caminhos de ataque controlados para responder a uma pergunta objetiva: diante dos vetores mais relevantes para sua operação, quais controles resistem, quais falham e o que deve ser priorizado agora?

O limite da segurança por checklist

Conformidade não demonstra como a defesa reage a um atacante.

Controles existentes, indicadores positivos e auditorias aprovadas podem coexistir com caminhos de ataque exploráveis. A segurança ofensiva testa conexões entre falhas técnicas, decisões humanas e processos operacionais.

01

Falhas que se encadeiam

Configurações, permissões e vulnerabilidades de severidade moderada podem formar um caminho crítico quando combinadas em contexto real.

02

Lógica de negócio invisível

Scanners não compreendem fluxos de aprovação, fraude, abuso de API, segregação de função ou regras específicas da operação.

03

Controles não validados

Políticas e ferramentas podem existir sem impedir, detectar ou conter as técnicas que representam maior impacto para a organização.

Capacidades ofensivas

A técnica certa para a hipótese de risco certa.

O escopo nasce de hipóteses de impacto, não de um catálogo genérico. Selecionamos capacidades conforme superfície, ameaças prováveis, criticidade e objetivo de decisão.

01

Pentest web e mobile

Autenticação, autorização, sessão, lógica de negócio, dados sensíveis, integrações e controles da aplicação sob teste manual aprofundado.

02

Pentest de APIs

Objetos, tokens, fluxos, limites de consumo, integrações e regras transacionais avaliados além de assinaturas conhecidas.

03

Infraestrutura e nuvem

Superfície externa, rede interna, identidades, privilégios, segmentação e configurações cloud conectados a caminhos de ataque possíveis.

04

Engenharia social

Cenários autorizados para avaliar comportamento, processos de verificação, canais de escalonamento e capacidade de resposta humana.

05

Adversary emulation

Técnicas e objetivos específicos simulados de maneira controlada para validar prevenção, detecção, investigação e contenção.

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Reassessment contínuo

Repetição de cenários críticos e expansão progressiva da cobertura para transformar achados em evolução demonstrável.

Método e cadência

Como construímos uma avaliação ofensiva relevante

  1. 01

    Definição do objetivo

    Alinhamos a decisão que o teste precisa suportar: reduzir risco de um produto, validar um controle, preparar auditoria ou medir maturidade.

  2. 02

    Modelagem de ameaças e superfície

    Relacionamos ativos, fluxos críticos, identidades, dependências e ameaças plausíveis para formular hipóteses de ataque.

  3. 03

    Regras de engajamento

    Definimos limites, contatos, horários, critérios de interrupção, tratamento de evidências e cuidados para preservar a operação.

  4. 04

    Execução controlada

    Testamos hipóteses com profundidade manual, automação de apoio e comunicação adequada ao risco observado durante a atividade.

  5. 05

    Análise de causa e impacto

    Organizamos achados pelo caminho de ataque, impacto possível, controles envolvidos e ações capazes de eliminar ou reduzir a exposição.

  6. 06

    Reteste e incorporação ao programa

    Validamos correções e usamos o aprendizado para recalibrar próximos cenários, indicadores e prioridades de maturidade.

Evidência, não promessa

Clareza para corrigir, priorizar e governar.

O resultado deve ser acionável para quem corrige e compreensível para quem assume o risco — sem simplificar demais a evidência técnica.

  • Narrativa de ataque e evidências técnicas reproduzíveis
  • Classificação contextual de impacto e probabilidade
  • Relação entre técnicas testadas e controles observados
  • Recomendações de causa raiz, mitigação e defesa em profundidade
  • Sessão de apresentação técnica e executiva
  • Reteste e histórico de fechamento dos achados

Perguntas frequentes

O que costuma ser decisivo antes de começar

Segurança ofensiva é a mesma coisa que pentest?

Pentest é uma das capacidades. Segurança ofensiva é uma abordagem mais ampla que pode combinar testes de aplicações, APIs, infraestrutura, identidades, engenharia social e emulação de adversário conforme a hipótese de risco.

Os testes podem afetar a operação?

Toda atividade parte de regras de engajamento, limites e critérios de interrupção. Cenários com maior potencial de impacto são adaptados, agendados ou executados em ambientes apropriados para preservar a continuidade.

A VirtuaWorks usa referências como OWASP e MITRE ATT&CK?

Sim. Referenciais ajudam a estruturar cobertura e comunicação, mas o escopo não se limita a checklists. A prioridade é testar hipóteses coerentes com ativos, ameaças e lógica do negócio.

Quando faz sentido uma avaliação recorrente?

Quando produtos e integrações mudam com frequência, a exposição é crítica, há exigência de evidência ou a organização precisa demonstrar que controles e correções continuam efetivos ao longo do tempo.

Como escolher entre pentest, red team e adversary emulation?

A escolha depende do objetivo, maturidade, superfície, capacidade de resposta e tolerância operacional. Um diagnóstico inicial evita usar uma atividade ampla quando uma hipótese mais focada produziria decisão melhor.

Próximo movimento

Teste as hipóteses que realmente poderiam interromper ou expor o negócio.

Diagnóstico inicial

A conversa de diagnóstico organiza objetivo, superfície, restrições e maturidade atual. A partir daí, definimos a atividade ofensiva capaz de produzir a evidência necessária — e o próximo ciclo de evolução.

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